Blog de Tecnologia

Os participantes do Rio Info 2011 – 9º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios, que acontece de 27 a 29 de setembro no Hotel Windsor (Rio de Janeiro), poderão participar de até cinco oficinas. A segunda, “Business Intelligence/Business Analytics”, acontece dia 28 de setembro a partir das 9horas e tem como tema a análise do mercado externo e interno das empresas por meio do monitoramento.
Dirigida por Fernanda Baião, doutora em engenharia de sistemas e computação pela Coppe/UFRJ e coordenadora de projetos de transferência de conhecimento, a oficina apresentará os princípios e ferramentas para soluções de Business Intelligence e Business Analytics.
Prioridade nas organizações, ferramentas de Business Intelligence (BI) são utilizadas para fornecer informações gerenciais e costumava ser a única ferramenta de monitoramento a disposição das empresas. Porém, com o advento das redes sociais, os dados dos servidores das empresas já não proporcionam diferenciais competitivos. O conceito de Business Analytics surge para analisar os dados colhidos em tempo real somados aos dados internos da empresa.
A oficina apresentará os princípios e ferramentas para soluções de BI e BA. Também serão apresentados alguns cases para que os participantes possam compreender a importância destas ferramentas de monitoramento para o crescimento da empresa do século XXI.
Rio Info 2011 – 9º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios
27 a 29 de setembro – Hotel Windsor
Avenida Lúcio Costa, 2630 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Informações: www.rioinfo.com.br e (21) 3974-5031 / 15

24 jul, 2011

Polícia usa tecnologia para combater o crime

Posted by: admin In: Tecnologia

A tecnologia é cada dia mais presente no cotidiano das Polícias Civil e Militar no Brasil. A mais nova aquisição dos órgãos de segurança paulista são óculos vindos de Israel que possuem uma minicâmera acoplada. Ele filma as pessoas durante eventos e envia informações em tempo real para uma base de dados que responde com os dados criminais da pessoa identificada.

Outros equipamentos permitem, além da identificação de criminosos, cruzar dados entre unidades policiais e interceptar ligações telefônicas feitas de aparelhos públicos. Veja em detalhes como funcionam os óculos e conheça outros recursos usados pelas polícias no combate ao crime.

Óculos da PM - A Polícia Militar de São Paulo deve incorporar ao dia-a-dia de trabalho óculos de alto poder tecnológico. Importados de Israel no começo do ano, onde auxiliam agentes no controle de fronteiras, os óculos possuem uma minicâmera acoplada, que filma o público e envia as informações em tempo real para um HD (Hard Disk) onde está gravado o banco de dados da PM. Desta forma, o equipamento identifica e avisa o policial sobre suspeitos, pessoas desaparecidas e até veículos com irregularidades. A tecnologia promete mudar a abordagem e revolucionar o trabalho da PM. Os óculos ainda estão em fase de teste no Brasil.

Alpha - Sistema criado para possibilitar a identificação de pessoas com a utilização do método de confronto de impressões digitais, colhidas em qualquer unidade policial, com aquelas arquivadas na base de dados do sistema.

Guardião - Sistema de interceptação telefônica autorizada, interligado à rede de telefonia pública, que é acessada por via digital para o Serviço Técnico de Monitoramento Legal de Telecomunicações.

Phoenix – Sistema para reconhecimento de criminosos, que integra os dados do RDO com bancos de dados de fotos, identidade, impressão digital, voz e outras características físicas, como as tatuagens. O sistema, que utiliza tecnologia de ponta, permite a construção de retratos falados simultaneamente ao registro do boletim de ocorrência.

Ômega - Dá suporte às investigações. Suas principais funções são agilizar o trabalho de pesquisa a partir da reunião de informações e fazer a identificação automática de relações entre pessoas, veículos, armas e endereços. Está disponível para todos os policiais civis onde há links de intranet.

Rádio Digital – Implantado em 2003, é um meio de comunicação via rádio digital que permite a intercomunicação das polícias Militar, Civil e da Superintendência da Polícia Técnico-Científica e visa realizar operações conjuntas. Toda conversa via rádio digital é criptografada e, portanto, não pode ser interceptada. Além da voz, a via digital permite o fluxo de imagens e dados. Somente em 2008, o investimento no projeto foi de R$ 21 milhões.

Sala de Situação - A Sala de Situação é um ambiente onde a Polícia Civil coordena operações integradas no Estado de São Paulo, com atualização de dados em tempo real. Todas as unidades policiais do Estado têm condições de interagir com a Sala de Situação. Em ambientes climatizados, o espaço possui equipamentos para videoconferências, computadores com links de alta velocidade e ramais Voip, que permitem a obtenção de dados como perfis de criminosos. O sistema de comunicação nacionalmente integrado aumenta a capacidade de investigação e dá sequência à obtenção de informações essenciais para o combate ao crime.

Registro Digital de Ocorrências (RDO) – Foi desenvolvido para informatizar o registro dos boletins de ocorrências (BOs) e termos circunstanciados. Via intranet, as unidades policiais padronizam suas rotinas e armazenam os boletins em um banco de dados, de modo que eles sejam consultados no Infocrim.

Infocrim - Com o Infocrim, a polícia cria roteiros para patrulhamento das áreas de maior criminalidade, despachando viaturas e designando policiais para o local das ocorrências. O Infocrim cruza dados dos boletins de ocorrência para a elaboração do mapa da criminalidade.

Viaturas mais equipadas - Algumas viaturas funcionam como uma espécie de central de inteligência e para isso estão equipadas com palmtops (veículos pequenos) ou notebooks, além de rádios digitais. Assim, no local da ocorrência o policial pode, por exemplo, pesquisar um veículo, uma arma ou uma pessoa que está sendo abordada. É possível também iniciar o registro da ocorrência, sem usar a voz, pelo sistema de radiocomunicação digital.

Lanternas forenses – São três tipos de lanterna que possibilitam o rastreamento de grandes áreas e permitem a visualização de provas impossíveis de detectar a olho nu. Esse equipamento representa um investimento de US$ 15 mil.

Cromatógrafo líquido de alto desempenho – Separa os componentes de uma mistura. A partir dele é possível fazer análises de entorpecentes e identificar medicamentos. Custa ao Estado cerca de R$ 1 milhão.

Tecnologia inédita - A Polícia Militar do Estado de São Paulo assinou no dia 26 de abril um protocolo de intenções com uma empresa de tecnologia para instalar a rede de transmissão de dados conhecida como 4G, tecnologia inédita na América Latina. O grande diferencial está na velocidade de comunicação e transmissão de dados entre o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e os policiais na rua.

As informações podem ser transmitidas imediatamente aos homens mais próximos de ocorrência e a comunicação pode ser feita até por meio de videoconferência. Será possível enviar vídeos, áudios e dados em geral em segundos.

As viaturas que receberem a tecnologia também poderão acessar os sistemas inteligentes da PM, como o Fotocrim e o Copom Online, diretamente do computador de bordo do veículo. Será feito um teste de 90 dias e, se aprovada, a tecnologia será implantada em todo efetivo da PM.

Lançado no dia 5/7, o aplicativo WatchTV Free, software para iPhone e iPad, permite ver centenas de canais de emissoras de vários países na tela do smartphone ou tablet, sem pagar um tostão. Com esse apelo, ele se tornou rapidamente o software mais baixado pelos brasileiros nos rankings da App Store, loja oficial de aplicativos da Apple (nas versões gratuita e paga). Tudo muito bom, se não fosse um problema: ele pirateia o conteúdo de canais de TV por assinatura.

Na lista dos canais do Brasil oferecidos pelo aplicativo , aparecem ESPN Brasil, ESPN HD, HBO Plus, HBO Family e Telecine Pipoca, entre outros. Consultada pela redação da Macworld Brasil, a ESPN informou que  o “aplicativo Watch TV não tem autorização da empresa no Brasil para transmitir conteúdo dos canais”. A emissora está analisando quais medidas irá adotar para resolver esta questão”. Ou seja, o aplicativo faz pirataria do conteúdo da emissora. HBO e Telecine ainda não se manifestaram sobre o caso.

De acordo com o advogado e coordenador do curso de direito digital da Fundação Getúlio Vargas, Renato Opice Blum, tanto o desenvolvedor do programa (a empresa Atenea Innova) quanto a Apple, que oferece o aplicativo no Brasil nas versões gratuita e paga (cotado a 3 dólares para iPad) podem ser responsabilizados judicialmente.

“Sem a autorização das emissoras, há violação de direitos autorais, de acordo com a lei 9.610, de 1998”, explica o especialista. Segundo ele, quem comete esse tipo de infração está sujeito a multa de “até 3 mil vezes o valor da obra mais indenização a ser definida”. Além disso, o artigo 184 do código penal estabelece pena de até quatro anos de reclusão. Claro que, para tudo isso acontecer, será necessário que a empresa que teve seus direitos desrespeitados entre na Justiça e que o caso seja julgado.

Vale notar que a Apple é conhecida por sua política rígida de controle da App Store, analisando todos os aplicativos que são oferecidos em sua loja, vetando boa parte deles (temas como nudez, por exemplo, são proibidos e rejeitados na loja de aplicativos da empresa). Ou seja, a Apple aprovou as versões do Watch TV para iPhone e iPad. E há outros softwares semelhantes oferecidos na loja.

Programa Pirata para TV a Cabo

A fabricante japonesa Sanyo irá lançar no mercado um robô em forma de bola que controla a casa do usuário. Por meio de comandos de voz, o Mirai SANZO, que utiliza o sistema operacional Android, liga e desliga aparelhos domésticos, controla a iluminação e aciona o alarme por meio de uma conexão Wi-Fi. O usuário pode ‘dar ordens’ por meio de uma tela sensível ao toque. A máquina ainda pode apresentar sete diferentes emoções por meio de cores. Ainda não há previsão de lançamento do robô no Japão.

Robo da Sanyo que controlará a casa do cidadão japonês.

Quando o iPad 2 foi lançado, uma enxurrda de usuários que comprou o tablet logo após o início das vendas começou a relatar problemas com o vazamento de luz ocorrido na tela, conforme mostramos aqui. Segundo a própria Apple, o problema estaria relacionado à cola que prende a tela e que essa cola ainda não estaria bem seca, mas que o problema seria resolvido sozinho em duas semanas, já que era o tempo necessário para que as peças se ajustassem. Alguns meses depois, muitos usuários (inclusive eu), perceberam que o problema continua e que o vazamento de luz permanece.
Você pode ver esse problema principalmente no escuro ou quando acessa o aplicativo YouTube e o coloca em tela cheia com o iPad na vertical. As laterais e cantos da tela deixam vazar uma luz amarela e isso além de atrapalhar, dá um aspecto muito feio ao iPad 2. Por isso, se você comprou seu iPad 2 há algum tempo e percebeu que o problema existe, nosso conselho é que o leve a uma autorizada da Apple, já que o produto está na garantia. Mas se você não quer fazer isso imediatamente, nossa dica é que faça uma análise da tela tirando fotos durante algumas semanas para poder perceber se o vazamento está aumentando. O problema é físico e pode causar muita dor de cabeça e no bolso se você deixar passar muito tempo e perder a garantia.

iPad – Vazamento Tela

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02 jun, 2011

Abertura dos Trabalhos

Posted by: admin In: Sem categoria

Bem-Vindo ao blog do TCP, mais um blog sobre tecnologia e novidades! Em breve vamos começar com tudo falando muito sobre tudo o que for novidade em tecnologia!

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